terça-feira, 15 de junho de 2010
Rosane Souto e Débora Félix arrasaram na apresentação no Jac´s Forneria

A intérprete Rosane Souto e a violonista Débora Félix se apresentaram na terça-feira, 8 de junho, às 21 horas, no Jac`s Forneria. As duas, que integram a trupe dos novos talentos musicais de Montes Claros, tem um repertório com muito pop e MPB. Elas têm formação erudita, mas trilham a estrada do popular há algum tempo, se apresentando, separadamente, em bares e festivais.
A idéia de se apresentar em dupla vinha sendo amadurecida desde o ano passado. A decisão de colocar o projeto em prática veio da constatação de laços comuns nos estilos de ambas. Nos ensaios, essa reciprocidade musical ficou evidente. “Temos, basicamente, a mesma formação e gosto apurado para determinado tipo de canção. A Débora é uma música de muito talento e sensibilidade, o que vem em sintonia com o trabalho que me proponho a realizar. Por isso, resolvemos juntar tudo. Acredito que o resultado será satisfatório”, explica Rosane Souto.
Rosane e Débora estudaram música na Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez. Mas, foi no pós-academia, colocando o pé na estrada, que apuraram seu talento e sonoridade musicais.
“Nós temos muito em comum em termos musicais. Acredito que essa interação é que faz com que nossa música flua com a delicadeza e, ao mesmo tempo, o amadurecimento que o público deseja”, diz Débora Félix, que atualmente participa do Grupo Folclórico "Zabelê" como violonista, com o qual já participou de diversos eventos e festivais no Brasil e no exterior. Também atua como integrante da Orquestra Sinfônica de Montes Claros do Conservatório de Música Lorenzo Fernandez.
Considerada uma das maiores cantoras de Montes Claros, Rosane Souto é dona de estilo próprio. Sua voz, delicada e intimista, a coloca como um dos maiores talentos musicais da nova geração.
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Rosane e Débora
Voz e Violão
Jac`s Forneria
Avenida Deputado Esteves Rodrigues, 85-A
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Um pouco sobre as cantoras:
ROSANE SOUTO tem formação clássica. Participou de várias óperas, entre elas Os Troianos, A Força do Destino, Carmem e o Fantasma da Ópera, com diversos grupos, dentre os quais o Grupo Lírico Bezzi.
Com A Força do destino se apresentou no Palácio das Artes.
Canta nos corais Júnia Melo Franco, Lorenzo Fernandez e Universitário, já tendo se apresentado em várias partes do país, como em Aracaju, Santos, São Lourenço, Varginha e municípios do Norte de Minas.
- Integrou o Projeto 4 Cantos.
- Cantou no aniversário de 15 anos da Babaya Escola de Canto, em Belo Horizonte.
- Foi finalista do Festival de Música Viola dos Gerais.
- Participou da gravação do CD Ensamble Lirais.
DÉBORAH FÉLIX é formada em Artes/Música pela Unimontes.
Atualmente, integra o Grupo Folclórico "Zabelê" como violonista,
sob a coordenação da professora Maria Lúcia Macedo, com o qual participou recentemente de gravação de um CD.
Com o “Zabelê”, já participou de diversos eventos e festivais no Brasil e no exterior. Também atua como integrante da Orquestra Sinfônica de Montes Claros do Conservatório de Música Lorenzo Fernandez, com apresentações em vários concertos.
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Jac´s na Copa do Mundo!!! Venha torcer conosco.





Grafite e sua família são cliente do Jac´s Fast Food, Jac´s Café, Jac´s Mix e Forneria, além de um amigo da família jac´s.
Parabéns Grafite!!!
Sucesso!!!! São os votos da família Jac´s
Todos os jogos da Copa do Mundo serão transmitidos em nossos restaurantes, venha torcer conosco.
Curiosidades sobre o Grafite, nosso representante na Copa.
Na lista dos convocados para a seleção brasileira, nenhum nome surpreendeu tanto como o do atacante Grafite, do Wolfsburg. Preenchendo a vaga que supostamente seria de Adriano, o jogador só havia vestido a amarelinha uma vez, em um amistoso contra a Irlanda, quando jogou apenas 27 minutos. Edinaldo Batista Libânio é o nome de batismo de Grafite, chamado por amigos e pela família de "Dina". Era o "Dina" quando foi fazer teste no Matonense, no interior de São Paulo. O técnico era Estevam Soares, que o chamou do apelido famoso pela primeira vez.
- O Estevam falou: 'Como você se chama?' Eu disse: 'Edinaldo, mas o pessoal me chama de Dina'. Ele disse: 'Dina é muito meigo, não vai vingar no futebol, não' – conta Grafite, rindo.
Os colegas de time já o chamavam pelo novo nome, que só pegou mesmo quando ele ouviu na televisão.
- A narração dizia: 'Grafite marcou o gol da Matonense'. Aí não teve como voltar atrás. Apareceu na telinha que meu nome era Grafite, não tive como mudar – explica.
Grafite é o penúltimo personagem de uma série de reportagens do Jornal Nacional sobre os 23 jogadores convocados pelo técnico Dunga para a Copa do Mundo de 2010.
Dificuldades até o sucesso
Quando o jogador nasceu, viver era a maior dúvida. Grafite ficou nove dias na encubadora, com uma broncopneumonia. Quando venceu a doença, quis ser jogador. Mas nada acontecia.
- Eu me profissionalizei com 21 anos, já estava desistindo de ser profissional – afirma.
Grafite não chegou a passar pelas categorias mirim, infantil, júnior. Foi autodidata.
- Controle de bola, passe, cabeceio, eu não tive nada disso. Aprendi na várzea, aprendi a jogar futebol na vida. Não tive essa divisão de base que falam no futebol – lembra.
Como o futebol só lhe dizia não, Grafite vendeu sacos de lixo para sobreviver, dos 15 aos 21 anos.
- Já corri de cachorro, já fui roubado vendendo saco de lixo, parado pela polícia, já aconteceram várias histórias – revela.
Na vida, as vitórias vieram sempre no limiar. Começou aos 21, no interior de São Paulo, passou pelo Santa Cruz, e em 2002 chegou ao Grêmio. Em 2003, foi para a Coreia do Sul, mas voltou para o Brasil no segundo semestre do mesmo ano. Após passar pelo Goiás, Grafite foi para o São Paulo.
Seu nome repercutiu na imprensa mundial em 2005. Durante um jogo da Libertadores, contra o Quilmes, da Argentina. Grafite discutiu com o zagueiro do time adversário, Leandro Desábato, que o teria ofendido com expressões de cunho racista. Ainda pelo São Paulo, em 2005, o jogador foi campeão do Mundial de Clubes e da Libertadores.
Foi para a França, em 2006. Após uma temporada defendendo o Le Mans, se transferiu para a Alemanha, para transformar o Wolfsburg em campeão. Grafite foi o artilheiro e melhor jogador do campeonato. Em abril de 2009, o brasileiro marcou o gol considerado pelos torcedores o mais bonito da história do clube. Explodiu. Tarde, mas explodiu.
Para ele, não havia chances de fazer parte da seleção de Dunga. Ele dispunha somente dos últimos 27 minutos do último jogo antes da convocação.
- Talvez eu possa aumentar essa chances um pouco, de 0% para 1% ou 2% - recorda.
Grafite foi o último jogador anunciado na convocação. Aos 30 anos, o Dina chegou lá.
- Aos 46 minutos subiu a placa e eu entrei, graças a Deus – se emociona.
Grafite recebe prêmio de gol mais bonito do
Wolfsburg, da Alemanha (Foto: Divulgação)Dona Ilma, mãe de Grafite, fez aniversário dois dias antes dele se apresentar à seleção. Há cinco anos ela foi sequestrada, e libertada um dia depois. No ano passado, o jogador perdeu o pai.
- Ele está sempre comigo. Aqui no meu braço, dando braçada nos caras, trombada – conta, exibindo sua tatuagem no braço com a foto do pai.
No corpo de Grafite, estão estampadas as datas de nascimento e morte de seu Odair. Estão também a Virgem Maria, as quatro filhas, a mãe e a mulher. Todos vão à Copa com ele.
- Ele é um vencedor, porque lutou muito para chegar onde chegou. E ele é merecedor – conta, emocionada, Dona Ilma.
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